E esse trecho do livro "Eu me chamo Antônio" me fez refletir sobre minha própria vida.
Quantas vezes eu me anulei, me isolei e me escondi para que as pessoas não me vissem sozinhas?
Quantas vezes me boicotei e me coloquei numa posição de "vítima", de "sozinha", e deixei de fazer as coisas que gostava com a justificativa de que "estava só".
Quando descobri os prazeres de viajar, de andar, de passear, de sair comigo mesma, comecei a atrair pessoas. Quando parei de depender de terceiros para fazer o que me dava prazer, comecei a ficar preenchida. É um magnetismo. Se você se esconde, ninguém te encontra.
Quando você descobre a beleza de estar sozinha e de ficar feliz assim, você nunca mais estará só.
(Angélica Souza)

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