**Gilbert B. Lazan**
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Máscara
Cada vez que ponho uma máscara para esconder minha realidade, fingindo ser o que não sou... faço-o para atrair o outro e logo descubro que só atraio a outros mascarados distanciando-me dos outros devido a um estorvo: A máscara. Faço-o para evitar que os outros vejam minhas debilidades e logo descubro que, ao não verem minha humanidade, os outros não podem me querer pelo que sou, senão pela máscara. Faço-o para preservar minhas amizades e logo descubro que, quando perco um amigo, por ter sido autêntico, realmente não era meu amigo, e, sim, da máscara. Faço-o para evitar ofender alguém e ser diplomático e logo descubro que aquilo que mais ofende às pessoas, das quais quero ser mais íntimo, é a máscara. Faço-o convencido de que é melhor que posso fazer para ser amado e logo descubro o triste paradoxo; o que mais desejo obter com minhas máscaras é, precisamente, o que não consigo com elas.
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Paz e Bem!
Paz e Bem!!!
"Paz e Bem" é o mesmo que dizer: o amor de Deus que trago em meu ser, é a mesma pessoa que reconheço nos outros e no mundo e, por causa d'Ele, devemos viver a caridade - o Bem - entre nós.

Um comentário:
Por isso, na maioria das vezes faço o uso da desfaçatez... Dói menos fingir para os outros ,pois com certeza dificilmente consigo ser eu própria... Ou seja... Finjo o que não sou porque assim me desenham. E só a noite ou melhor na calada da madrugada... Tiro a máscara do meu fingimento e consigo ser eu mesma
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