sábado, 31 de dezembro de 2011
Retrospectiva
Mais uma vez passei alguns dias sem passar por aqui e falar sobre mim, mas acho que o dia hoje pede, afinal, o ano que está há poucas horas de acabar, me trouxe muitas conquistas, mas também muitas lágrimas.
Profissionalmente falando, alcancei muitas vitórias.
Iniciei meu ano (examente no dia 02 de janeiro) contratada como uma estagiária de um órgão público que não me oferecia muita perspectiva de crescimento, mas que me deu amigos novos.
A doce pink Bruna Torres, agora jornalista COM DIPLOMA, Célinha e meu querido Seabra Neto, que me inspirou e mesmo com uma forma meio diferente de educar, foi oficialmente a primeira experiência de como funciona uma assessoria de comunicação com profissionais competentes.
Lutei e tentei buscar outros caminhos.
Fiz um teste rigorosíssimo em uma das empresas de maior nome dentro da comunicação Pernambuco.
Mesmo após quase 2 meses de testes, não passei.
Foi uma decepção. Decepção comigo mesma, afinal, onde eu havia errado?
Decepção com o mercado de trabalho e com o curso que escolhi para seguir minha carreira profissional.
Essa tristeza e inércia foi logo substituida.
Dois dias após a porta desse veículo de comunicação ter me dado um "não", uma janela se abriu na minha frente e eu a agarrei com toda a força. Em abril deste ano eu estava sendo contratada para ser assistente da assessora de uma grande rede de hotéis do Estado.
Nessa experiência, que durou quase 8 meses, conheci pessoas especiais que me fizeram ver como é importante o trabalho em equipe e me deram, no meu aniversário, um dos meus maiores presentes: Sua amizade.
No coração levarei para sempre os amigos que fiz: Minha querida chefe Marília Gilka, a profissional exemplar de marketing Brenda Silveira e minhas amiguinhas Naty, Gaby, Júlia, Ju e os meninos que sempre me trataram com muito carinho e respeito, Guilherme, Tayuã, Felipe e Tomaz.
Sem dúvidas, a experiência adquirida neste rede de hotéis será um aprendizado para toda a vida. Mais do que uma 'assessora', me ensinaram a ser uma pessoa melhor.
Já quando ano começava a se despedir, uma surpresa. O Sistema de Comunicação da qual dediquei meu carnaval em testes, me liga.
Uma nova oportunidade se abria e por mais que meu coração estivesse pedindo para continuar na rede de hotéis, eu não poderia deixar passar. E fui...
Deixei os meus novos amigos para avançar para águas mais profundas.
Hoje eu estou feliz e realizada profissionalmente. Em menos de um mês já posso dizer que tenho grandes pessoas em minha vida nesta nova etapa: Marcella, Tony, Albérico, Ítala e todos que fazem parte do portal que me ensinam pouco a pouco, cada dia mais.
Este ano também foi um ano de separações e descobertas.
Descobri que nem sempre amigos que cresceram conosco, irão envelhecer ao nosso lado.
Perdi a confiaça, a admiração e talvez isso seja irrecuperável.
Descobri que nem todos os que dizem "amiga, maninha, irmã", de fato é.
Um amigo se alegraria com a felicidade do outro. Um amigo não mede distância para deixar o outro feliz. Um amigo não bate a porta na cara do outro, por maior que seja o seu problema. Um amigo não diz palavras que machucam simplesmente porque se sentem traídos porque outros amigos chegaram.
Amizade é soma, é partilha, é compreensão.
É conhecer o outro e saber que ele é humano e que ele precisa de pessoas, mas não quer que isso se torne uma obriagação.
Amigo que prendem não é amor.
Amor liberta.
Embora esteja tudo bem, agora, as mágoas causadas por palavras ditas, podem eternizar uma ferida na vida da alma.
Em 2011 também consegui dizer BASTA. E por mais que isso me dóa, eu vejo que não há outra solução.
Perdi a admiração pelas pessoas a quem amei e a quem sempre defendi , me doei e abracei como amiga.
Realmente foi um ano de separações.
E graças a Deus e a Fé que temos n'Ele, após sete meses, encerramos o ano com uma separação a menos.
"Quando um pai e uma mãe tem nos olhos uma mesma direção causam nos seus filhos sempre a sensação de que Deus é a solução" (Dunga, Comun. Canção Nova).
E é mesmo. Minha família está em paz e espero que essa paz se perpetue para toda a vida.
Que em 2012 possamos estar juntos e tendo Deus no centro da nossa vida.
E o meu coração?
Estava cansado. Gélido. Amargurado. De repente o grande amor da minha vida reapareceu.
Foi tudo tão de repente que eu nem acreditei. Minha descrença não me permitiu viver esse amor. Minha incredibilidade fez com que, na mesma 'rapidez' que ele reapareceu após mais de um ano sem notícias, ele tenha desaparecido.
"E do riso se fez pranto."
Mas não posso me queixar. A vida é feita de ação e reação. E tudo que plantamos, somos obrigados a colher. Não plantei carinho. Não plantei confiança... Colhi desatenção e desconfiança.
E assim vi sair da minha vida um dos pontos altos do meu ano.
Vi meu amor, o homem da minha vida ir embora.
Ao contrário do que fiz na vida profissional, eu não aguarrei a oportunidade de constituir uma relação estável...e te perdi.
Não acredito na história de que "se Deus não quis, era porque não era para ser", talvez Deus tenha querido...eu que deixei escapar.
Neste ano, já no finalzinho, vi minha vida profissional e familiar se estruturar e louvo a Deus por isso.
Mas esse ano terminaria muito mais feliz, se eu ainda tivesse você, na minha vida.
Vou seguir te esperando. Talvez por anos e até vidas.
Mas nada acontece por acaso e também não é por acaso que amo tanto você.
Aos meus amigos, desculpem os desabafos, mas 2011 foi um ano muito intenso e que 2012 venha com muita luz, paz e asè.
Sucesso e Feliz Ano Novo!
sábado, 24 de dezembro de 2011
"Estou preparando a minha árvore de Natal. "
Quero que ela seja viva, mas não quero que seja exterior.
Eu a quero dentro de mim.
Tenho medo das exterioridades. Elas nos condenam.
Ando pensando que o silêncio do interior é mais convincente que o argumento da palavra.
Quero que minha árvore seja feita de silêncios.
Silêncios que façam intuir felicidade, contentamento, sorrisos sinceros.
Neste Natal não quero mandar cartões.
Tenho medo de frases prontas. Elas representam obrigação sendo cumprida. Prefiro a gratuidade do gesto, o improviso do texto, o erro de grafia e o acerto do sentimento.
A vida é mais bonita no improviso, no encontro inesperado, quando os olhares se cruzam e se encontram.
Quero que minha árvore seja feita de realidades.
Neste Natal quero descansar de meus inúmeros planos.
Quero a simplicidade que me faça voltar às minhas origens.
Não quero muitas luzes.
Quero apenas o direito de encontrar o caminho do presépio para que eu não perca o menino Jesus de vista.
Tenho medo de que as árvores muito iluminadas me façam esquecer o dono da festa.
Não quero Papai Noel por perto.
Aliás acho essa figura totalmente dispensável!
Pode ficar no Pólo Norte desfrutando do seu inverno. Suas roupas vermelhas e suas barbas longas não combinam com o calor que enfrentamos nessa época do ano.
Prefiro a presença dos pastores com seus presentes sinceros.
Papai Noel faz muito barulho quando chega. Ele acorda o menino Jesus, o faz chorar assustado. Os pastores não. Eles chegam silenciosos. São discretos e não incomodam...
Os presentes que trazem nos recordam a divindade do menino que nasceu. São presentes que nos reúnem em torno de uma felicidade única. O ouro que brilha, o incenso que perfuma o ambiente e a mirra com suas composições miraculosas.
O papai Noel chega derrubando tudo. Suas renas indisciplinadas dispersam as crianças, reiram a paz dos adultos. Os brinquedos tão espalhafatosos retiram a tranquilidade da noite que deveria ser silenciosa e feliz.
O grande problema é que não sabemos que a felicidade mais fecunda é aquela que acontece no silêncio.
É por isso que neste Natal eu não quero muita coisa.
Quero apenas o direito de recolher o pequenino menino na manjedoura...
Quero acolhê-lo nos braços, cantar-lhe canções de ninar, afagar-lhe os cabelos, apertar-lhe as bochechas, trocar-lhe as fraldas para que não tenha assaduras e dizer nos seus ouvidos que ele é a razão que me faz acreditar que a noite poderá ser verdadeiramente feliz.
Neste Natal eu não quero muito.
Quero apenas dividir com Maria os cuidados com o pequeno menino. Quero cuidar dele por ela. Enquanto eu cuido dele, ela pode descansar um pouquinho ao lado de José.
Ando desfrutando nos últimos dias o desejo mais intenso de que a vida vença a morte.
Talvez seja por isso que ando desejando uma árvore invisível.
O único jeito que temos de vencer a morte é descobrindo a vida nos pequenos espaços. Assim vamos fazendo a substituição.
Onde existe o desespero da morte eu coloco o sorriso da vida.
Façam o mesmo!
Descubram a beleza que as dispersões deste tempo insistem em esconder.
Fechem as suas chaminés.
Visita que verdadeiramente vale à pena chega é pela porta da frente.
Na noite de Natal fujam dos tumultos e dos barulhos.
Descubram a felicidade silenciosa. Ela é discreta, mas existe!
Eu lhes garanto!
Não tenham a ilusão de que seu Natal será triste porque será pobre. Há mais beleza na pobreza verdadeira e assumida que na riqueza disfarçada e incoerente.
O que alegra um coração humano é tão pouco que parece ser quase nada.
Ousem dar o quase nada.
Não dá trabalho, nem custa muito...
E não se surpreendam, se com isso, a sua noite de Natal tornar-se inesquecível. "
(Padre Fábio de Melo)
Eu a quero dentro de mim.
Tenho medo das exterioridades. Elas nos condenam.
Ando pensando que o silêncio do interior é mais convincente que o argumento da palavra.
Quero que minha árvore seja feita de silêncios.
Silêncios que façam intuir felicidade, contentamento, sorrisos sinceros.
Neste Natal não quero mandar cartões.
Tenho medo de frases prontas. Elas representam obrigação sendo cumprida. Prefiro a gratuidade do gesto, o improviso do texto, o erro de grafia e o acerto do sentimento.
A vida é mais bonita no improviso, no encontro inesperado, quando os olhares se cruzam e se encontram.
Quero que minha árvore seja feita de realidades.
Neste Natal quero descansar de meus inúmeros planos.
Quero a simplicidade que me faça voltar às minhas origens.
Não quero muitas luzes.
Quero apenas o direito de encontrar o caminho do presépio para que eu não perca o menino Jesus de vista.
Tenho medo de que as árvores muito iluminadas me façam esquecer o dono da festa.
Não quero Papai Noel por perto.
Aliás acho essa figura totalmente dispensável!
Pode ficar no Pólo Norte desfrutando do seu inverno. Suas roupas vermelhas e suas barbas longas não combinam com o calor que enfrentamos nessa época do ano.
Prefiro a presença dos pastores com seus presentes sinceros.
Papai Noel faz muito barulho quando chega. Ele acorda o menino Jesus, o faz chorar assustado. Os pastores não. Eles chegam silenciosos. São discretos e não incomodam...
Os presentes que trazem nos recordam a divindade do menino que nasceu. São presentes que nos reúnem em torno de uma felicidade única. O ouro que brilha, o incenso que perfuma o ambiente e a mirra com suas composições miraculosas.
O papai Noel chega derrubando tudo. Suas renas indisciplinadas dispersam as crianças, reiram a paz dos adultos. Os brinquedos tão espalhafatosos retiram a tranquilidade da noite que deveria ser silenciosa e feliz.
O grande problema é que não sabemos que a felicidade mais fecunda é aquela que acontece no silêncio.
É por isso que neste Natal eu não quero muita coisa.
Quero apenas o direito de recolher o pequenino menino na manjedoura...
Quero acolhê-lo nos braços, cantar-lhe canções de ninar, afagar-lhe os cabelos, apertar-lhe as bochechas, trocar-lhe as fraldas para que não tenha assaduras e dizer nos seus ouvidos que ele é a razão que me faz acreditar que a noite poderá ser verdadeiramente feliz.
Neste Natal eu não quero muito.
Quero apenas dividir com Maria os cuidados com o pequeno menino. Quero cuidar dele por ela. Enquanto eu cuido dele, ela pode descansar um pouquinho ao lado de José.
Ando desfrutando nos últimos dias o desejo mais intenso de que a vida vença a morte.
Talvez seja por isso que ando desejando uma árvore invisível.
O único jeito que temos de vencer a morte é descobrindo a vida nos pequenos espaços. Assim vamos fazendo a substituição.
Onde existe o desespero da morte eu coloco o sorriso da vida.
Façam o mesmo!
Descubram a beleza que as dispersões deste tempo insistem em esconder.
Fechem as suas chaminés.
Visita que verdadeiramente vale à pena chega é pela porta da frente.
Na noite de Natal fujam dos tumultos e dos barulhos.
Descubram a felicidade silenciosa. Ela é discreta, mas existe!
Eu lhes garanto!
Não tenham a ilusão de que seu Natal será triste porque será pobre. Há mais beleza na pobreza verdadeira e assumida que na riqueza disfarçada e incoerente.
O que alegra um coração humano é tão pouco que parece ser quase nada.
Ousem dar o quase nada.
Não dá trabalho, nem custa muito...
E não se surpreendam, se com isso, a sua noite de Natal tornar-se inesquecível. "
(Padre Fábio de Melo)
sábado, 17 de dezembro de 2011
Quando eu tiver uma filha...
Quando eu tiver uma filha, vou ensinar a ela que príncipes encantados existem si...m, mas não como nos livros e contos de fadas.
O verdadeiro príncipe encantado, na maioria das vezes, não tem um cavalo ou até mesmo um carro, mas isso não importa, ele vai até a sua casa a pé, só pra ver você. O príncipe encantado não precisa ter as melhores roupas ou roupas de gala pra ser um príncipe. Ele tem que tratar uma garota bem, com respeito, sem magoá-la. Vou ensinar a minha filha, que o príncipe deve ser gentil e tratá-la com carinho. Que o verdadeiro príncipe é fiel, não trai, não machuca o coração da princesa. Direi a ela, porém, que encontrar um príncipe é muito difícil, não irei iludi-la, como fizeram comigo.
E se ela perguntar se já conheci um príncipe, terei a felicidade de dizer que sim, e que ela pode ter orgulho em chamar o meu príncipe de PAI.
(Autoria desconhecida)
O verdadeiro príncipe encantado, na maioria das vezes, não tem um cavalo ou até mesmo um carro, mas isso não importa, ele vai até a sua casa a pé, só pra ver você. O príncipe encantado não precisa ter as melhores roupas ou roupas de gala pra ser um príncipe. Ele tem que tratar uma garota bem, com respeito, sem magoá-la. Vou ensinar a minha filha, que o príncipe deve ser gentil e tratá-la com carinho. Que o verdadeiro príncipe é fiel, não trai, não machuca o coração da princesa. Direi a ela, porém, que encontrar um príncipe é muito difícil, não irei iludi-la, como fizeram comigo.
E se ela perguntar se já conheci um príncipe, terei a felicidade de dizer que sim, e que ela pode ter orgulho em chamar o meu príncipe de PAI.
(Autoria desconhecida)
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Paz e Bem!
Paz e Bem!!!
"Paz e Bem" é o mesmo que dizer: o amor de Deus que trago em meu ser, é a mesma pessoa que reconheço nos outros e no mundo e, por causa d'Ele, devemos viver a caridade - o Bem - entre nós.




